Brasil - Positivo Informática lidera mercado de PCs
CURITIBA (PR), 12 de dezembro de 2005 - A participação da Positivo Informática, divisão de tecnologia de informação do grupo paranaense Positivo, no mercado brasileiro é hoje de 6,6%, segundo a IDC Consultoria. A marca segundo colocada, a norte-americana Dell, tem 5,1% do mercado. Apesar dos números expressivos, a empresa paranaense ainda tem mais oportunidades de crescimento. Só agora, por exemplo, ela começa a atacar realmente o mercado corporativo de PCs. Mesmo no caso do governo, no qual já tem uma posição importante, a Positivo identifica boas perspectivas de vendas em 2006. Neste ano, as vendas da empresa para o setor público, cresceram 25%.
A Positivo Informática se consolidou na liderança do mercado nacional de computadores pessoais e acaba de inaugurar uma nova fábrica de 10 mil metros quadrados em Curitiba com capacidade de produção de 90 mil PCs por mês e trabalho em três turnos. Hoje, a unidade opera em dois turnos e produz 60 mil máquinas. A Positivo Informática vai fechar 2005 com um faturamento próximo de R$ 500 milhões, dos quais 10% vem dos negócios com softwares e os outros 90% da venda de computadores.
A empresa só entrou no mercado varejista de PCs em março de 2004. Até então, o grupo fornecia suas máquinas apenas para o governo. Os resultados das vendas para o consumidor, porém, são notáveis. Há dois anos, a produção da Positvo era de 23 mil PCs por ano. A empresa fechará 2005 com um volume produzido de 300 mil PCs. "A Positivo Informática está sustentada em um grupo empresarial confiável e com grande solidez financeira. E isso tem sido fundamental para garantir o nosso crescimento", afirma o diretor da empresa, Helio Rotemberg. "Além do mais, somos uma empresa com muita agilidade e com conhecimento do mercado".
O crescimento da Positivo Informática nesse ano ficará próximo dos 100%. A empresa duplicou os seus negócios com a aceleração das vendas de PCs no varejo e com o aquecimento dos negócios com o governo. Dois fatores, segundo Rotemberg, contribuíram fortemente para o aumento das vendas de computadores pessoais no Brasil neste ano. O primeiro é a desvalorização do dólar em relação ao real, que diminuiu o custo dos componentes importados, e a segunda é a "MP do Bem", que proporcionou uma redução de 9,25% no preço final dos PCs, por conta da isenção do PIS-Cofins. "No começo de 2004, o nosso PC mais barato custava R$ 1.999. Agora, temos produtos a R$ 1.099".
Fonte: InvestNews
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